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sábado, 5 de maio de 2012

AS RELIGIÕES DOS FAMOSOS - PARTE 10

REYNALDO GIANECCHINI
Após descobrir que estava com câncer, Reynaldo Gianecchini agarrou-se à religião de seu pai, o Espiritismo. O ator passou até por uma cirurgia espiritual à distância. “Fisicamente, não senti nada. Eu sinto a força de uma energia muito boa, de uma corrente boa de amor, isso eu sinto o tempo todo”, revela. Gianecchini já se interessou por muitas religiões: espiritismo, evangelismo, budismo e candomblé. Porém, ele ainda não segue nenhuma. Mas fé, ele tem de sobra. “Tenho meu Deus, para quem rezo todos os dias – e rezo sempre! Gosto de agradecer. Apesar dos meus esforços, acho que recebo muito. Tenho mais é que dizer obrigado”, conta o ator.

MATTOS NASCIMENTO 
Nascido numa família pobre de treze irmãos, fez sucesso no mundo da música, tendo tocado para os Paralamas do Sucesso, Ronaldo Bastos, Kid Abelha, Tim Maia, Jorge Bem e Alcione, entre outros. No dia 19 de Novembro de 1989, regressava de avião após um show dos Paralamas do Sucesso em São Paulo, numa fase em que se encontrava particularmente debilitado pelas drogas e pelo tabaco, sentindo também um enorme vazio dentro de si e não encontrando alegria apesar de todo o sucesso alcançado e dos bens que possuía. Durante o vôo, ao ir ao banheiro encontrou um folheto na sua jaqueta jeans que dizia: “O que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”. Nos momentos seguintes de reflexão, Mattos Nascimento encontrou uma esperança para a sua vida e decidiu aceitar Jesus no seu coração. A partir daquele momento, a sua vida dá uma volta de 180 graus e Mattos Nascimento experimenta um processo de transformação espiritual e de lutas em que ele perde tudo o que tem e passa por grandes privações materiais. Porém, durante todas essas dificuldades, Deus coloca pessoas em seu caminho, ora para profetizar o que iria acontecer com ele.  No final do processo, Deus restitui tudo a Mattos Nascimento e muito mais.
Atualmente, Mattos Nascimento é um músico e cantor gospel bem conhecido em todo o Brasil e nos quatro cantos do mundo, tem mais de 35 CDs gravados e mais de 7 milhões de CDs vendidos.  DVDs editados, e é proprietário da sua própria Gravadora, Distribuidora, Produtora e Editora. Já vendeu muito mais CD como Evangélico que na época que era dos Paralamas do Sucesso.

CÁSSIA KISS
É uma atriz brasileira, célebre por seus trabalhos em telenovelas. Estreou na TV Globo em 1983.  Em 1990, transferiu-se para a TV Manchete, onde trabalhou na novela Pantanal. No mesmo ano, voltou para a TV Globo. “Sempre me vi como uma buscadora. Já fui hare krishna, já fui budista e já frequentei a igreja católica. Mas o Espiritismo é o que me traz paz. Já trabalhei num centro de cura Espírita, no bairro de Gardênia Azul, Zona Oeste do Rio. Eu ia todas as terças-feiras e foram experiências muito boas, no sentido de estar próxima de quem precisava de ajuda. Eu também já fui a um centro em busca de ajuda, e consegui. Não tenho uma ideia clara sobre a vida após a morte. Prefiro imaginar que estamos no plano terreno para evoluir". Atualmente, Cássia Kiss dá vida á diabólica vilã Melissa, na trama das seis "Amor Eterno Amor" na rede globo.

MICHAEL SULLIVAN
Ivanilton de Souza Lima popularmente conhecido como Michael Sullivan é um cantor, compositor e produtor musical brasileiro. De 1980 a 1986 foi integrante do grupo The Fevers.
Autor de canções que venderam 50 milhões de discos e o levaram ao livro dos recordes, o compositor tornou-se Evangélico. No final dos anos 90 Michael Sullivan entra na musica Gospel, como sempre com canções bem sucedidas. A maioria de seus sucessos foram gravadas por Marcelo Crivella na gravadora Line Records além de outras composições cedidas a outros artistas. O produtor de Cristo – como gosta de ser conhecido atualmente, tem feito hinos religiosos, porém continua firme nas áreas que sempre dominou. A condição de evangélico, segundo ele, não interfere na composição das músicas sem temas religiosos. “Sempre falei do cotidiano e relacionamentos amorosos. Nada que os evangélicos não gostem.” A nova fase de Sullivan começou quando ele foi procurado pelo bispo Marcelo Crivella, da Igreja Universal, em 1998. O bispo, que também é cantor, pediu a ele que compusesse uma das faixas de seu disco. A música “O Amor Maior” ajudou a vender quase três milhões de cópias do CD. A proximidade com o bispo fez com que Sullivan conhecesse um projeto de Crivella no sertão da Bahia, em Irecê, a 600 km de Salvador. “Ele irrigou as terras e fez escolas e creches para a população carente”, diz Sullivan. Nascido em Recife e criado na Zona da Mata de Pernambuco, o músico se encantou pela idéia, que contribuiu para que ele abraçasse a religião. “Apesar de todo o meu sucesso, bebia muito e entrava em depressões terríveis”, revela o cantor, que considera sua maior derrota não ter conseguido reunir uma família. “Casei três vezes, vivi com outras cinco mulheres e tive não sei quantas mais.”



HEBE CAMARGO
É uma consagrada apresentadora de televisão, atriz e cantora brasileira. Hebe Camargo é Católica e devota fiel a Nossa Senhora de Fátima e Nossa Senhora Aparecida, Hebe nunca deixa suas santinhas de lado, nem quando viaja. Quando descobriu que tinha câncer, em janeiro de 2010, a apresentadora, que sempre rezou pelos outros, resolveu pedir por si mesma. “Abri uma exceção porque achei que, desta vez, meu problema era muito sério”, diz.
Hebe conversa com ambas as santas, mas diz não ter preferência. “Sempre que falo com uma, tenho de agradar a outra também, senão elas ficam com ciúme”, brinca com sua irreverência e alegria. 


VALÉRIA VALENSSA
Ela se chama Valéria Conceição dos Santos Donner, mas tornou-se conhecida como Valéria Valenssa ou “a ex-globeleza”. Hoje, a mulata carrega outro título: serva de Deus.
Casada há 18 anos com o famoso designer gráfico Hans Donner, atualmente trabalha com ele na administração e coordenação de suas palestras ministradas dentro e fora do Brasil, e se dedica aos filhos João Henrique e José Gabriel Donner.Valéria é evangélica desde 2004, ano em que viveu um período difícil ao ser dispensada pela Globo depois de 15 anos como símbolo do carnaval na emissora. Ela conheceu o amor e a verdadeira felicidade em Jesus, e afirma que não se imagina mais distante de Cristo. "Na fase em que a Globo me demitiu, em 2004. Um dia estava em casa muito angustiada e triste. Lembrei de um convite que havia recebido algumas vezes, tratava-se de uma reunião de oração feita por funcionários da Globo, às segundas-feiras, no horário de almoço. Resolvi aceitá-lo e lá tive um encontro com o Senhor Jesus Cristo. Sempre fui uma pessoa religiosa e tinha muita fé em Deus, mas não o conhecia". Diz Valéria Valenssa.

GILBERTO GIL
É um músico e político brasileiro. Teve contato com o candomblé já adulto. Nasceu em Salvador, foi criado no interior com a família. Foi tardio,  o seu envolvimento com o Candomblé. "O terreiro do Barro Branco, em Itaparica, um terreiro de Egum, foi o primeiro que visitei em minha vida. Isso aconteceu em 72, depois do exílio em Londres. Foi Mestre Didi quem me levou. Lá, pela primeira vez, jogaram búzios para mim e identificaram meu orixá: Xangô (e Logun-edé, mais tarde). Como eu morava no Rio, indo apenas periodicamente a Salvador, deixei de ir a Itaparica e passei a visitar o terreiro do Axé Opô Afonjá, que é, digamos assim, uma das matrizes. Acabei não me envolvendo muito nesse período. Depois aproximei-me mais do Gantois por força de uma preferência grupal: todo o grupo ao qual eu estava ligado tinha vínculos muito estreitos com o Gantois. Conheci então mãe Menininha. Foi ela quem definiu o meu grau de envolvimento no candomblé, depois de uma série longa de encontros e jogos de búzios. Foi ela quem acabou descobrindo Logun-edé e também quem me dispensou formalmente de qualquer obrigação". "No candomblé da minha mulher em Salvador houve um dia em que ela teve que confrontar um grupo de evangélicos que foi lá para a porta do terreiro e se pôs a gritar. Coisas assim acontecem. Agora, na perspectiva do deslocamento histórico, o candomblé já foi absorvido pela sociedade brasileira. O que me chama a atenção, é o fato da Umbanda e o Candomblé serem tratado como "cultura-afro-brasileira", quando na verdade a conotação dada deveria ser de caráter "religioso", já que se trata de uma religião". Diz Gilberto Gil.


Fonte: Variedades Gospel Veras
Com informações:Quem/Wikipédia/Istoé Gente On Line/NG Inicio/old.gilbertogil /M de Mulher /G1/Gospel+

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